Ma vie en rose

De frente, de lado, de costas. En France.


quinta-feira, maio 07, 2009

Eu, passarinho-bomba


O grande problema da vida dos outros (e não da minha, craro!) é quando eles chegam para mim e dizem que algo é obrigatório. Ou que é da boa educação. Ou que é o mais certo. Ai, ai, nem mirrito, né. Porque, GEINTEIM, vamos combinar que a vida não é um manual de regras de boas maneiras das Miss Mundo! (que bom falar isso depois de devorar meio pacote de marshmellows).

O grande problema da minha vida é que SEMPRE que chega alguém pra me dizer que eu tenho que fazer de um certo jeito porque é o jeito que tem ser, eu tenho a vontade de fazer o inversamente proporcional à demanda da criatura. E enquanto eu não vou lá e faço, não sossego.

Deixemos bem claro que eu não faço nenhuma objeção se a PESSONHA discordar de mim. Pode. Desde que não venha querer me convencer sobre regras de bom comportamento. Me deixa num STADNERVUS, como diriam meus colegas de phinesse.

No último final de semana, eu tive a caradura de falar para a mãe do petit-ami que eu não quero me casar NUNCA no dia do mariage do filho mais velho dela (aliás, no momento "caminho para a igreja", quando ela insinuou que eu seria a próxima vítima da família). Claro que ela não estava em sua sã consciência e não considerou a minha resposta porque, se estivesse num estado normal, deveria mesmo era ter me dado umas bifas nas morcilha pra eu parar de andar por aí falando tudo o que eu penso.

Mas, oh, se eu tive coragem de fazer isso com a progenitora do meu amado numa OCASIÃ tãããããããão especial (eu não acho, né, mas eu sei que é) é ÓBEVEO que eu vou continuar entrando de sola em quem estiver atravancando meu caminho, como diria Mario (que Mario?). O Quintana, né, ô taradim! O único que não te comeu atras do armário sem acento no A.

E é uma pena que quem(s) eu queria que lesse(m) esse post não fala(m) PORTUGAYS, mas vai que essas PESSONHAS tenham a magnifique ideia de usar o google translator. E que ela traduz isso aqui, oh: Eu não gosto de bom gosto, bom senso, bons modos, convenções, ordens, de pé no meu saco, de dedo no meu nariz, cinismos, insinuações e pitacos, eu não gosto. (Adriana Calcanhoto mode off).

De raiva, contei tudo isso pra minha mãe no msn hoje. Ela disse que estou certa e que ela tem orgulho de mim porque eu sou assim, retardada inteligente. E depois me mandou uma foto vestida de mulher-bomba. Juro, juro.

I was born to be a bomb (nem precisa do google translator). Não sei o que aconteceu no meio do caminho que eu vim com essa aura de Shirley Temple. Mas um dia ainda chego a Baby Jane Hudson, ah, se chego!

5 Comments:

  • At 5:18 AM, Anonymous Monica said…

    Só posso te dizer uma coisa: te admiro!

    Tem coisa pior do que saber que alguém fez alguma coisa por ti ou para ti só por obrigação ou por convenção? Prefiro que não faça então.

     
  • At 4:55 PM, Blogger RodOgrO said…

    Dany, não é assim que se faz um post. De acordo com a boa educação, você deveria... *PAF*

    heheh

    Saudades de ti! Olhaí, ó! Já tá falando em casório, foi só eu levantar a bola! \o/

    Bjos!

     
  • At 11:44 PM, Blogger Criz Azevedo said…

    casamento? eu quero convite!

     
  • At 3:17 AM, OpenID Sonâmbula Insone said…

    li num desses livros de auto ajuda da moda(só não espalha rsrsrsrs)que só existem dias coisas obrigatórias na vida : pagar impostos e morrer. Porém , dos impostos alguns conseguem escapar. Então, a única coisa realmente obrigatória, é a morte, para todo o resto existem escolhas.
    Bjs

     
  • At 3:19 AM, OpenID Sonâmbula Insone said…

    e eu assassinei a língua mãe no comentário anterior ...
    o certo é "duas coisas" e "existe escolhas"

     

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